Infelizmente, uma coisa muito comum no mundo dos blogs são os pedintes de links. Eles normalmente são caracterizados por nunca terem falado com você na vida e mandarem um comentário Ctrl+C Ctrl+V do tipo: “Conheci hoje o conteúdo do seu blog e achei muito interessante. Que acha de fazermos uma parceria e trocarmos links?”.
Além de encher o saco do editor, estar no blogroll de um blog grande não vai multiplicar suas visitas da noite pro dia. Seguem algumas dicas pra conseguir formar parcerias de verdade na blogosfera.

Parceria é igual a conversa, não só troca de links
Links no blogroll não trazem tantas visitas assim
Qual foi a última vez que você clicou num link no blogroll de um blog famoso? De todas as vezes que já visitou um blog, qual a porcentagem de vezes que você clicou no blogroll? Aposto que poucas.
Se nem você clica nos links à direita, por que uma legião de pessoas clicaria?
Estar na lista de parceiros é legal, passa credibilidade, etc. mas não vai arrastar uma legião de leitores pro seu blog da noite pro dia.
O Google gosta de links, mas com relevância
O Google sabe muito bem quais links realmente são relevantes e quais não são. Não é à toa que eles dominam o mercado de busca.
Mais uma vez, estar no blogroll de blogs grandes ajuda sua posição no Google, mas não é nenhuma bala de prata. Seu Pagerank não vai pular de 0 pra 6 em 3 meses só pedindo “parcerias”. Pra conseguir algo do tipo, as técnicas de marketing digital necessárias vão muito além de trocar links.
Um link não se pede, se recebe
O melhor link pro seu blog é aquele que surgiu por uma indicação espontânea. O carro-chefe de qualquer blog é o conteúdo, você precisa dar um jeito de ser relevante ao ponto do blogueiro falar de você no conteúdo, não na coluna da direita.
A coisa mais importante de um link espontâneo é a credibilidade que o editor do blog dá pra você, os leitores sabem disso. Além do link, trocar ideia com os formadores de opinião da sua área serve pra colher feedbacks sobre um projeto, ficar por dentro de novidades e divulgar sua empresa de forma natural, sem forçar a barra.
O mais importante é estabelecer relações humanas
A melhor postura realmente não é confundir as palavras: link vem de conexão, mas não vende conexão. Digo, não vende porque não compra (com exceção dos links patrocinados). O foco em conexões não pode ser só no link virtual. Você precisa interagir com as pessoas por trás do blog.
Concluindo: ser parceiro não é meramente estar na lista VIP da festa e se achar especial, ou pedir para tirar foto ao lado de uma estrela e achar que pegou reputação emprestado. Não aja como um mendigo.
O valor dessas coisas (parcerias e trocas de conteúdo ou links) consiste na forma com que são feitas. Além disso, é fácil identificar um “mala” que acabou de chegar da ilha de Lost.
Ser parceiro é fazer parte, participar, fazer coisas junto. E só requer isso para ter efeito. Além de ser muito mais legal, o retorno no longo prazo é muito maior do que só ficar pentelhando alguém pedindo links.
Abraços,
Millor Machado
- com participações em itálico de Diego Remus
(ambos a favor de parcerias de verdade, como o Hubit)
Headquarters
ReadWriteWeb
Saia do Lugar
Startupi




Não querendo ganhar linkagem…rss Segue o comentário.
Brincadeiras a parte pessoal, isso que foi dito no post é verdade e existem ainda outros pontos que podemos salientar … mas nem vem ao caso.
O importante é deixar bem claro que essa parada de parcerias não leva muito a nada, eu por exemplo acredito em parceria de geração de conteúdo JUNTOS, isso sim pode ser bem interessante.
Abçs